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O leitor não imagina como foi difícil elaborar este texto sobre as mulheres; imaginei algumas maneiras de iniciá-lo; tentei fazer citações de livros, peças teatrais, piadas, mas acredito que a simplicidade da verdade foi a melhor maneira, não por achar que elas são simples, mas pelo motivo de dizer o que realmente penso. Mas o leitor deve estar se perguntando: por que comentou isso? Era mais fácil iniciar um texto novamente! Pode ser, mas gostaria apenas de mostrar como foi difícil, tenho certeza de que as mulheres estão indignadas dizendo: mas como pode ser difícil falar de nós? Sim, é difícil! Simplesmente porque vocês são infinitamente diferentes e, superiores a nós homens em vários segmentos. Os mais importantes, é claro! Agora alguns devem estar pensando: “nossa, que puxa-saco!”. Mas não, e se algum homem, coerentemente, conseguir me responder e explicar as situações abaixo, retiro as palavras citadas.
Nós, homens, perguntamos por que elas agem “assim ou assado” e elas a mesma coisa sobre nós! A resposta é simples: homens e mulheres são diferentes, nem melhores e nem piores, apenas diferentes. Temos uma maneira de encarar a vida e elas outra e, mais, somos geneticamente diferentes. Mas em minha opinião, elas logo serão superiores a nós na sociedade – falo quanto a trabalho, renumeração, cargos etc., ou seja, de uma maneira real e aceitável por todos – para quem não concorda, olhem a situação histórica, elas há anos nem eram consideradas como pessoas ativas, não trabalhavam e hoje estão aí ao nosso lado. E nós? O quanto evoluímos? Sabe caro leitor, apenas uma mulher sabe o que é passar uma vida “lutando” contra seu cabelo, ter uma bolsa que parece a “nécessaire” da mãe do 007, falar de intimidade que nós homens nem sonhamos, fingir naturalidade em um exame ginecológico, conseguir ser gentil mesmo de TPM, serem mães, fazer com que nós nos sintamos os piores homens do mundo quando por alguma discussão elas chorem e várias outras situações. Mas como disse: alguém consegue, COERENTEMENTE, falar sobre? Peço desculpas, mas eu não!
Mas não foi para comentar sobre situações desagradáveis, para elas, que me dei ao trabalho de escrever este texto, mas para expor minha opinião sobre como precisamos delas, como elas transformam nossa vida e nossos dias. Seja esposa, namorada, “affair”, uma conversa num “happy hour”, trabalho ou algo assim, elas estão presentes em todas as situações, sem que percebamos, tornando-as mais prazerosas, mais amenas, mais fáceis de serem encaradas. Bem, por que precisamos delas, mesmo elas sendo tão diferentes de nós? Porque opostos se atraem?Não creio nisso! Em minha opinião apenas pela maneira que resolvem situações que é complicada para nós. Porém, elas também necessitam de nós. Quanto às diferenças e brigas, isso pode ser resolvido, ou pelo menos amenizado. Acredito que aumentar as conversas e a atenção pode resolver em muito isso e quem achar muito complicado é só “colocar numa balança” para ver o resultado. Porque se acima citei as situações delas, agora quero comentar, com absoluta certeza, sobre o que nós homens sabemos, sim, sabemos o efeito do poder de um jeans e uma blusa de lycra para sustentar seus corpos, o milagroso poder curativo de um beijo, de uma palavra doce e, principalmente daquele olhar que nos deixam sem ação, além disso, apenas uma mulher sabe o que é ser mãe, esposa, dona de casa, médica, psicóloga, administradora, antes mesmo de começar a pensar nelas. Quanto a nós agüentaríamos trabalhar fora, cuidar dos filhos, estudar fora algumas vezes, administrar a casa, isso em apenas um dia e ainda encontrar tempo para sempre estarem lindas, cuidar do cabelo, das unhas, de sua beleza. Ou seja, apenas as mulheres sabem o que é serem mulheres. Por esses motivos que digo não acreditar ser fácil falar delas.
Elas estão cada vez mais “criando” seus espaços e não podemos dedicar à mulher apenas o dia 8 de março como data especial, pois todos os dias há mulheres que estão fazendo algo que faça jus aos níveis de liderança na vida, mesmo que ainda não desfrutem de direitos iguais e completos. Logo, gostaria de deixar esta “lembrança” sobre uma classe que acredito que todos os homens direta ou indiretamente lutam para tê-los ao lado, ou vocês acreditam que nos esforçamos tanto para termos bons trabalhos, uma vida estável, para apenas nos satisfazermos? Sua paciência, feminilidade, companheirismos são qualidades especiais que as fazem superiores e que nos fazem sempre buscarmos suas companhias.
In an April evening, front an “elephant revolution”, a protestant group of industrial revolution, I hear a noise again the English government: “We want our nationality again”. That’s happened almost every day and it gone till eight or nine o’clock p.m. when normally the rain falls in London. When the noisy stoped I can turn on my radio and listen my novel: “sex eagle”. In London dark night of the century XVIII it was I could make.
The industrial revolution killed people and destroyed family, its normal and we can’t make anything, just fight together. The order were practically erased of the people, my name is Frank Ballack and I have 34 years old, I don’t have child and my wife died when she is gonna give birth. I have a company, the same company that they protest and made noisy every day, but, I don’t go there anymore, because I live with my thoughts that I miss her. Today, my brother take care of the company with iron hand, I told this because once a employer tried to flee and when he cut your nose my brother ordered that put the rail on the windows. Always he take care of me and the company, I love him and Know that he’s making the best for us.
For me is difficult don’t remember that, my wife, my family, mainly when I go in my garden take rose. Hellen Ballack loved rose and she taked care with all love. I can’t take the noise, the people asking changes and asking better opportunities while I’d like just one thing: my family again. I remember of the last night together, when we dinner in a restaurant, when she take a napkin and we look us with love and affection listening a strange music that it was played by instrument that called xylophone. I’ll never forget because the sound was made with bones and my sweet Hellen had afraid this and asked me to protect her. After the dinner, our last love night, no sex, love, yes, we aren’t near but together, we were just one, because had passion, soul and affection.
When I finish this letter that like a turtle I wrote by I remember of my love I think: What is right and what is wrong? Who can say what sin before the God eyes is? Well, I believe that knows my history, so, I leave my British government and my own that it never helped me to be happy, and I leave this horrible life to stay together with who I love and show me what’s important in life. How is normal in London, the rain fall in this noise April evening and my letter will be remember like a person that tried to find the happiness.
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Frank Ballack
Minister of the British Parliament
Essa é uma antiga discussão que ouço há algum tempo, principalmente após ingressar no curso de letras, no qual, aprofundei meus conhecimentos de linguagem. Porém, minha resposta se mantém intacta desde o início. Acredito que é mais do que importante ensinar gramática e vou além, em minha opinião não deveria existir essa discussão, pois com os argumentos abaixo, tentarei convencer o leitor sobre a minha opinião.
Primeiramente, creio que são duas situações distintas o ensino de língua materna e a aquisição de uma segunda língua, pois há várias situações que diferem para que haja esta discussão. Quando uma criança ingressa na escola, ela entra com seis ou sete anos, logo, já é falante vernáculo, pois ouviu a mesma desde o nascimento, assim, métodos educacionais não necessitam deparar-se com comparações com outra língua, urgência no aprendizado, pronúncia prejudicada por sotaque diferente, entre outras. Logo, essa criança teve cinco a seis anos para adquirir vocabulário e uma construção de linguagem, dessa maneira, podemos, com certa calma, preparar esse aluno para ser fluente em sua língua vernácula.
Situação diferente de uma criança ou principalmente de um adulto que estudará uma segunda língua. O mesmo enfrentará as dificuldades citadas acima e, a principal delas, não se sabe a urgência que o mesmo necessita. Mais uma coisa é certa. Essa aquisição de uma segunda língua não pode esperar cinco ou seis anos, não se pode ensinar apenas ouvindo e adquirindo vocabulário para depois ser educada na escrita e estrutura da língua. Dessa maneira, não vejo outra resposta que não seja sim para a questão levantada. Visto as razões citadas acima creio que ele aprenderá mais rápido se oferecermos a ele estes atalhos: como diferenças de estruturas nas línguas, ou seja, o que há de diferente de língua materna do falante perante a segunda língua ou apresentar, no caso do inglês, verbos que necessitam ser decorados, que não há outra maneira para aprender.
Como exemplo, posso citar minha situação, no primeiro ano da universidade tive uma grande urgência em aprender inglês para não ser reprovado, visto que o vestibular no qual passei permitia escolher outra língua para a prova. Sem nenhum conhecimento em inglês, escolhi espanhol para o vestibular, logo, com a idéia, de que aprenderia inglês na universidade. Acontece que a professora era rígida e, com razão, exigiu absurdamente dos alunos que não tinham conhecimento, aplicou testes e fez com que decorássemos listas de palavras e verbos irregulares. Hoje, três anos depois, agradeço por essa pressão, visto que a necessidade e os caminhos oferecidos através da gramática fizeram com que meu aprendizado fosse mais rápido e de melhor qualidade, porque eram inevitáveis as comparações com a língua materna. Além disso, devo levar em consideração que tinha apenas um ano para conseguir os resultados satisfatórios para ser aprovado na matéria. Voltando para a situação de língua materna, creio que seja ainda mais importante o aprendizado de gramática, visto que como primeira língua o falante tem por obrigação um conhecimento mais amplo da mesma e levando em consideração que o falante ao entrar na escola após cinco anos de aquisição de vocabulário é notório que algo de novo seja ensinado ao mesmo. Nesse caso, um dos caminhos é a gramática, sua estrutura escrita em si.
Com isso, creio ter respondido a questão inicial. Porém, quero ressaltar que, a pergunta não é sobre como ensinar gramática? E sim, se devemos ou não? Quero com essa frase deixar claro que não entrei em argumentos sobre o que esta sendo ensinado e como está sendo ensinado. Porque dessa maneira, a discussão tomaria outro rumo e se tornaria muito mais ampla. Finalizo assim, dizendo que considero essencial o ensino de gramática em qualquer condição, seja em língua vernácula ou língua estrangeira.